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Mulher, a sua força é necessária para a defesa dos nossos direitos

Nesta data tão importante no calendário mundial não poderíamos deixar de homenagear as mulheres pelo seu dia. O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, marca historicamente a luta feminina por melhores condições de trabalho.

Neste dia, no ano de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhorias, como a redução na carga horária diária, de 16 para 10 horas, equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar a mesma tarefa) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi duramente reprimida e as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. Em 1975, um decreto da ONU (Organização das Nações Unidas) oficializou o dia 8 de março como o “Dia Internacional da Mulher”.

Os anos se passaram e apesar de muita coisa ter mudado, ainda hoje as mulheres sofrem com a carga horária maior, uma vez que, além do expediente normal de trabalho, em sua maioria, elas são as responsáveis pelos afazeres domésticos.

De acordo com o estudo do IBGE “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, que analisa as condições de vida das brasileiras a partir de um conjunto de indicadores proposto pelas Nações Unidas, Mulheres que trabalham dedicam 73% mais horas aos cuidados e/ou afazeres domésticos do que os homens.

O estudo revela também que, em relação aos rendimentos médios do trabalho, as mulheres seguem recebendo, em média, cerca de ¾ a menos. Em 2016, enquanto o rendimento médio mensal dos homens era de R$2.306, o das mulheres era de R$1.764.

“Considerando-se o rendimento médio por hora trabalhada, ainda assim, as mulheres recebem menos (86,7%), o que pode estar relacionado com a segregação ocupacional a que as mulheres podem estar submetidas no mercado de trabalho”, aponta o IBGE.

Apesar dos números, nos últimos anos a mulher vem conquistando seu espaço. Hoje muitas ocupam cargos de destaques em grandes empresas. No serviço público, elas alcançaram posições superiores. Contribuem ativamente em setores antes comandados somente pelos homens, como a política, por exemplo, mas ainda há muito o que se conquistar. Em diversos setores da sociedade a mulher ainda sofre discriminação e é preterida em relação ao sexo oposto. Sofre com o machismo, o assédio moral e sexual, entre outras situações.

No âmbito do SindMPU, foi criado um Grupo de Trabalho das Mulheres, com a finalidade de incentivar a participação feminina nas atividades sindicais, bem como na luta por causas específicas.

Diante do momento delicado o qual passa o país a força feminina no luta pela defesa dos direitos trabalhistas, pela valorização das carreias públicas e do serviço público é se suma importância, tendo em vista a sua força garra e determinação. Contamos com vocês, MULHERES!

Última modificação emQuarta, 07 Março 2018 18:07

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